Segundo o que avançou ontem o Diário Económico, após o requerimento enviado pelo PSD a todas as empresas públicas, tornou-se público que a CP é a que mais chefias tem por trabalhador.
Para cada 16 trabalhadores existe um chefe. Ou seja, em cada 17 há um que não faz nestum e recebe muito mais do que os outros.
O relatório de 2008 do Sector Empresarial do Estado mostrou que a CP acumulava nesse ano um prejuízo de 135 milhões de euros e que a Refer perfazia um passivo de 131 milhões de euros.
Aposto que foi tudo por culpa dos gastos supérfluos com os trabalhadores, como por exemplo a alimentação, e isso. Sim, que esses gajos que trabalham na linha o dia inteiro ficam com fome e aquilo não há feijoada que os alimente. Em 2008 deve ter sido perto de 130 milhões, o que a CP gastou só em enchidos, chispe e feijão.
A solução afigura-se-me assim bastante simples: é despedi-los a todos e ficar só com os chefes. Não trabalham, não têm tanta fome.
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